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sexta-feira, 6 de julho de 2012

Viper - All My Life (2007)

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 Fê Cunha

Em 2007, depois de 11 anos da última gravação, o VIPER volta à cena, com nova formação.

Ricardo Bocci (ex- Rei Lagarto) era o novo vocalista , com a entrada de Yves no Capital Inicial, Val Santos (aquele mesmo que já tinha sido da banda como baterista antes do Theatre os Fate) volta a ser membro oficial, mas agora como guitarrista. A batera no início desta nova fase foi o Guilherme Martin, que também havia formado o Viper logo após o Thetre of Fate, em 1989, mas logo sai novamente e dá lugar ao também ex-baterista Renato Graccia.

"All My Life" é lançado e fica claro logo nos primeiros acordes que a intenção era retornar aos tempos de Heavy Metal, mais puxado para o melódico. Ricardo Bocci, mostra-se um baita vocalista e logo cai nas graças dos fãs da banda

O resultado ficou ótimo  e faixas como Miles Away, Do It All Again, Cross the Line (minha preferida), Love is All (com participação de André Matos) e Violet (com participação de Yves Passarell) merecem destaque.

O que todos temiam, novamente acontece em 2009, e a banda declara que por conta dos “projetos pessoais” darão uma pausa no VIPER.

Músicas:

1 - "All My Life"
2 - "Come On Come On"
3 - "Miles Away"
4 - "Not That Easy"
5 - "Love Is All"
6 - "Cross The Line"
7 - "Do It All Again"
8 - "Violet"
9 - "Dreamer"
10 - "Soldier Boy"
11 - "Rising Sun"
12 - "Miracle"

Viper - 20 Years Living For The Night DVD (2005)

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 Fê Cunha
 
Em 2005, o VIper lança o primeiro DVD oficial, em comemoração aos 20 anos da banda.

“20 Years Living For The Night” traz um interessante documentário,com depoimentos de todos integrantes que passaram pela banda (menos Cássio Audi) e cenas de shows antigos, regado com cerveja e caipirinhas, já que foi gravado em bar de São Paulo.

Entre as preciosidades do DVD, está parte (9 músicas) do clássico show da banda no Japão, que deu origem ao disco “Maniacs in Japan”.

Entre os extras de “20 Years Living For The Night”, estão alguns clips da banda como “Evolution”, “Rebel Maniac” (que aparece em duas versões, uma delas sendo ao vivo no Monsters Of Rock de 1994), “Dead Light”, “Coma Rage”, a versão para “I Fought The Law” do The Clash e “Not Ready To Get Up”. É de se lamentar as ausências dos clipes de “A Cry From The Edge” e de “8 de Abril”.

O DVD ainda conta com a discografia da banda e uma bela seção de fotos. Item de caráter obrigatório para os fãs da banda.

Viper - Everybody Everybody (1999)

--> Fê Cunha
Em 1999, a Eldorado lança a coletânea “Everybody Everybody – The Best of VIPER”, que contempla todos os discos da banda, inclusive faixas do “Maniac in Japan” e do EP “Vipera Sapiens”. É um bom disco, afinal é um “The Best of”, mas fica evidente e fácil de observar as transformações, por vezes grandes, que a banda passou.











Músicas: 

1 - Not Ready To Get Up 
2 - Dead Light
3 - I Fougth The Law
 4 - Rebel Maniac
5 - 8 de Abril
6 - Coma Rage
7 - Não Quero Dinheiro (Live In Tokyo)
8 - The One You Need
9 - Killing World
10 - Crime Na Cidade
11 - A Cry From The Edge (Live In Tokyo)
12 - Evolution
13 - Living For The Night
14 - The Shelter
15 - Keep The Words
16 - Soldiers Of Sunrise

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Viper - Tem Pra Todo Mundo (1996)

Fê Cunha
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Em 1996, o Viper veio com uma proposta musical totamente diferente do que haviam feito. Não era mais heavy metal melódico, não era heavy metal mais cru, não tinha guitarras altas de mais e nem os cabelos eram cumpridos (somente o do Renato Graccia), o disco era de pop rock nacional, sim, em português.

Em “Tem Pra Todo Mundo”, a banda tenta se aproximar do público brasileiro, mas o álbum mal chega às lojas devido a falência da nova gravadora (Castle Brasil) da banda na época. Esse imprevisto contribuiu para que muita coisa fosse por água a baixo, a distribuição do cd foi péssima, assim como a divulgação. Uma verdadeira catástrofe.

O Álbum até contou com uma música que teve uma repercussão maior, “8 de abril”, inclusive com clipe na MTV, mas não foi o suficiente. Hoje em dia poucas pessoas tem o disco (eu sou uma delas \o_), mas é recomendado mais para fãs fiéis da banda, já que foge de tudo que havia sido feito até então. Além disso, problemas judiciais marcaram esta época, por conta desta falência da gravadora, o que fez com que a banda parasse por tempo indeterminado.

“Tem Pra Todo Mundo” conta com a participação de alguns personagens conhecidos do pop rock nacional como Dado Villa-Lobos (Legião Urbana), Roger Moreira (Ultrage a Rigor) e até o Funk in Lata, de Ivo Meirelles. O disco contém o cover de “mais do mesmo”, da Legião Urbana, em homenagem à Renato Russo, que havia falecido pouco antes do lançamento deste CD.




Músicas:

1 - Dinheiro
2 - Crime Na Cidade
3 - 8 De Abril
4 - Sabado
5 - Not Ready To Get Up
6 - Quinze Anos
7 - Na Cara Do Gol
8 - The One You Need
9 - Lucinha Bordon
10 - Alvo
11 - Um Dia
12 - Mais Do Mesmo

terça-feira, 26 de junho de 2012

Viper - Coma Rage (1994)

Fê Cunha

Em 1994 o Viper lança “Coma Rage”. A banda estava com uma sonoridade diferente, era um Metal com uma pitada de industrial, com algo de influência do hardcore, um pouco dessa impressão é por culpa das guitarras. “Coma Rage” foi gravado em Los Angeles, nos Estados Unidos, e mixado pelo renomado Bill Metoyer, que já havia trabalhado com Slayer e Testament, mas o Viper veio para o Brasil tocar no Monsters of Rock e como o Felipe Machado mesmo disse, eles pediam pelo telefone “Será que pode aumentar um pouquinho essa guitarra” e assim por várias vezes. O resultado foi um disco em que as guitarras são MUITO altas e mais agressivas do que a banda queria.

A ambição do Viper com “Coma Rage” era ganhar um mercado ainda não atingido, o norte americano. As letras de Pit e as melodias são diferentes de seus antecessores por conta disso também: o novo objetivo da banda.

Essa mudança fez com a banda perdesse muitos fãs, mas ao mesmo tempo ganhou muitos fãs novos. O Viper se aproveitou do poder que a MTV tinha sobre os jovens e lançou dois vídeo clips, "Coma Rage" e "I Fought the Law" que ficaram muito tempo nas paradas da emissora.

Mesmo com os problemas, o disco esta muito distante de ser considerado ruim. Destaques: “Coma Rage”, “A Face In the Crowd”, “Day Before”, “Far and Near”, a balada “Keep the Words” e o cover do The Clash, “I Fought The Law”.

Músicas:

1 - Coma Rage
2 - Straight Ahead
3 - Somebody Told Me You're Dead
4 - Makin' Love
5 - Blast!
6 - God Machine
7 - Far And Near
8 - The Last Song
9 - If I Die by Hate
10 - Day Before
11 - 405 South
12 - A Face in the Crowd
13 - I Fought the Law
14 - Keep the Words

Viper - Maniacs in Japan (1993)

Fê Cunha

Em 1993, depois da turnê de “Evolution” pela Europa e Japão, a banda grava seu primeiro disco ao vivo: “Maniacs in Japan”. Esse disco mostrou o quanto a banda era carismática ao vivo e o quanto o público japonês gostava deles.

Além de sucessos do Viper, o álbum trás três covers: "Não quero dinheiro" (Tim Maia), "I Wanna Be Sedated" (Ramones) e We Will Rock You (Queen).

Entre alguns destaques interessantes fica uma banda “redonda”, o acompanhamento tipo Rob Halford de Pit em “Evolution”, o longo solo de bateria em “Still the Same”, bem como a engraçada apresentação da banda em japonês, com os integrantes Felipe Son e Ives Passarell Son. Além disso, temos o ótimo público japonês participando, e bem, em “Living For the Night”, mostrando que os nipônicos realmente são um povo de tirar o chapéu.


Músicas:

1 - Intro (Brazil)/Coming From the Inside
2 - To Live Again
3 - The Shelter
4 - A Cry From the Edge
5 - Dead Light
6 - Knights Of Destruction
7 - We Will Rock You
8 - Acid Heart
9 - Still the Same/Drum solo
10 - Evolution
11 - Nao Quero Dinheiro
12 - Living For the Night
13 - Rebel Maniac
14 - I Wanna Be Sedated

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Viper - Vipera Sapiens EP (1992)

Fê Cunha

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Também em 1992, o Viper lançou o EP “Vipera Sapiens”, com algumas sobras que a banda tinha “em estoque”, como “Acid Heart”, “Killing World” e uma versão acústica para “The Spreading Soul”. “Killing World” é uma das músicas do Viper que mais gosto!

É praticamente impossível encontrar esse disco, lá por 2003 conversei com o Felipe Machado, guitarrista do Viper, que me falou sobre a única chance de encontrar esse álbum: entrar em contato com a própria gravdora JVC do Japão. Tentei esse contato, mas sem sucesso, restou recorrer à internet e baixá-lo.
Músicas:

1 - "Acid Heart"
2 - "Silent Enemy"
3 - "Crime"
4 - "Wasted Again"
5 - "Killing World"
6 - "The Spreading Soul (Acoustic Version)"


Viper - Evolution (1992)

Fê Cunha
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Em 1990, André Matos deixa a banda, alegando que se dedicaria aos estudos, a faculdade de música. O baterista Guilherme Martin, que realizou a “Fate Tour” também deixa a banda, em seu lugar entra o ótimo Renato Graccia. Mas, e nos vocais?

O baixistas Pit Passarell assume os vocais e surpreende a todos pela sua garra e vontade de não deixar a peteca cair.

Em 1992 a banda grava na Alemanha o álbum “Evolution”. Para mim, melhor disco não há na face da terra. É o que mais gosto, que estou viciado desde quando comprei há 16 anos. Porém, é absolutamente diferente do álbum anterior. “Evolution” é um álbum de heavy metal, cru, direto e a banda tocando muito, belas músicas e Pit cantando muito bem, com atitude, como no refrão da música Evolution: “Is the future on my side”, e realmente era!

A música que eu mais gosto é “The Shelter”, mas “Rebel Maniac” foi grande clássico do disco e que nem precisa de grandes apresentações, afinal todo headbanger do início da década de 90 que se preze balançou a cabeça ao som de “everybody, everybody …” e viu o clipe na MTV.

Evolution tem outras ótimas músicas, como “Dead Light”, que também virou clipe, "Coming From the Inside", “Still the Same”, “Dance of Madness” e a ótima balada “The Spreading Soul”, a qual diz a lenda, que Pit cantou somente sob a luz de velas dentro do estúdio, será?

O disco ainda conta com o cover de “We Will Rock You” do Queen, na versão heavy metal.

Aproveitando-se da gravação na Alemanha, a banda partiu para uma pequena turnê pelo país e também por Hungria, Croácia, Áustria, Suíça e Japão.

Ainda em 1992, o Viper abriu o show do Black Sabbath, quando os mesmos estavam chegando em terras tupiniquins pela primeira vez.

Em 1994, o Viper tocou no Philips Monster of Rock, no Pacaembu, ao lado de Kiss, Black Sabbath, Slayer, Suicidal Tendencies, Angra e Dr. Sin. Além de abrir os shows do Metallica no Brasil.

Se você realmente gosta de metal de verdade, Heavy Metal sem maiores rótulos, escutar Evolution é obrigação!

Músicas:

1 - "Coming From the Inside"
2 - "Evolution"
3 - "Rebel Maniac"
4 - "Dead Light"
5 - "The Shelter"
6 - "Still the Same"
7 - "Wasted"
8 - "Pictures of Hate"
9 - "Dance of Madness"
10 - "The Spreading Soul"
11 - "We Will Rock You (Queen cover)"


terça-feira, 19 de junho de 2012

Viper - Theater of Fate (1989)


 Fê Cunha

Em 10 de Outubro de 1989 vem o álbum que realmente abriu as portas do mundo ao Viper, “Theater of Fate” até hoje é considerado um clássico do metal nacional.

Esse é um disco de Heavy Metal Melódico, mais elaborado que o anterior e impulsiona a banda ao cenário mundial.

Eu adoro o “Soldiers of Sunrise”, mas não há como negar que o “Theater of Fate” é diferente, mais elaborado, a sonoridade é de melhor qualidade. Também pudera, a banda gravou em São Paulo, mas o álbum foi mixado na Inglaterra, com produção de Roy M. Rowland.

Por sinal, uma história que pouca gente sabe, mas alguns meses antes, Cássio Audi saiu da banda, em seu lugar entrou um amigo de todos do grupo: Valdério Santos. Nas gravações do Theater, o produtor Rowland pegou no pé de Valdério, dizia que ele não era bom o bastante, então ficou combinado que seria contratado outro baterista para gravar o disco e Valdério seguiria na turnê. O baterista contratado foi o Sérgio Facci, do Vodu, na época, depois Sérgio Facci acabou fazendo a mesma ponta de apenas a gravação de um disco na Volkana, mas dessa vez acabou ficando na banda só de mulheres, mas essa é outra história. Voltando à 1989, Valdério acabou não seguindo na banda e Guilherme Martin foi convidado a ingressar no Viper. Guilherme realizou a "Fate on Tour".

Voltando ao disco, Theater foi disco muito mais maduro, com novos experimentos, como utilização de pianos e orquestra clássica, demonstrou uma banda com personalidade. “Living for the Night”, é música que ecoa na memória de qualquer fã até hoje, “Moonlight" é baseada na "Moonlight Sonata" de Beethoven, “A Cry From the Edge” virou clipe na MTV.

O sucesso desse disco rendeu um contrato com a "Limb Music Products and Publishing" (L.M.P.), que tratou de mostrar o Viper ao mundo inteiro. Em 1991 o disco "Theatre Of Fate" foi lançado no Japão (selo JVC), em 1992 foi lançado na Europa (selo Massacre). Também em 1992 o primeiro disco da banda, "Soldiers Of Sunrise" foi lançado no Japão.

Com “Theater of Fate”, a banda vira febre no Japão, ganhando inclusive disco de ouro.

Em Theater of Fate, André está mais desenvolvido, Pit compondo e tocando ainda mais, Felipe e Yves destruindo nas guitarras e Facci fez bonito na bateria.

Músicas:

1 - "Illusions"
2 - "At Least a Chance"
3 - "To Live Again"
4 - "A Cry From the Edge"
5 - "Living for the Night"
6 - "Prelude to Oblivion"
7 - "Theatre of Fate"
8 - "Moonlight"

Viper - Soldiers Of Sunrise (1987)

Fê Cunha

De olho na repercussão que a Demo “The Killera Sword” rendeu, o selo "Rock Brigade" sugeriu que o Viper gravasse um álbum completo.

Em julho de 1987 saiu o álbum "Soldiers Of Sunrise", talvez um dos melhores discos de Heavy Metal brasileiro de todos os tempos, um disco com muita influência do Iron Maiden, mostrou uma banda forte, com um vocalista impressionante. André Matos demonstrava um vocal totalmente melódico, o que lhe rendeu muitos elogios.

O disco "Soldiers Of Sunrise" recebeu muitos elogios de revistas especializadas no mundo inteiro como a "Kerrang", "Metal Forces" e "Metal Hammer", além de ter vendido mais de 10.000 cópias rapidamente no Brasil. Graças a esse álbum o Viper foi convidado para abrir o show do Motörhead no Brasil, em 1989.

Algo que chama muito a atenção neste álbum é o desempenho de Andre Matos, pois tinha apenas 15 anos e já cantava muito. Além disso, as composições, em sua maioria do Pit são muito boas. A faixa título, Soldiers of Sunrise é da minha preferência, mas além dela tem “Kinghts of Destruction”, “Law of Sword”, "Signs Of The Night", "The Whipper", puxa, todas são ótimas!

Quem não conhece esta obra prima está perdendo uma grande oportunidade de ouvir um disco que é magnífico do começo ao fim e sua gravação de certa forma precária (afinal era o Brasil, em 1985 fazendo Heavy Metal) dá um charme ainda maior a esse grande álbum.

Músicas:

1 - "Knights Of Destruction"
2 - "Nightmares"
3 - "The Whipper"
4 - "Wings OfThe Evil"
5 - "H.R."
6 - "Soldiers Of Sunrise"
7 - "Signs Of The Night"
8 - "Killera (Princess Of Hell)"
9 - "Law Of The Sword"


Viper - The Killera Sword (Demo) (1985)


 Fê Cunha

Quem conhece um pouco das profundezas do metal nacional já conhece aquela história da bola de Yves Passarell caindo no prédio do vizinho, que era o André Matos, ao receber a bola, Yves pergunta “vocês tem um time para jogar contra o nosso?”, André diz que tem. Ao voltar com seus amigos, entre eles o irmão Pit Passarell, Yves diz “Vi o cara ali do prédio do lado, ele tem o cabelo cumprido, etc, etc, etc...” eis que surge o Viper.
Logo depois, em 08 de abril de 1985, o Viper entra no palco pela primeira vez e ainda em 85 grava o assunto principal desse post: o Demo “The Killera Sword”.
Nessa época o Metal estava em alta pelo mundo, “Powerslave” do Iron Maiden estava no auge e essa seria a maior influencia para a banda que estava formada com André Matos (vocal), Felipe Machado (guitarra), Yves Passarell (guitarra), Pit Passarell (baixo) e Cassio Audi (bateria).
A banda paulistana contava com média de idade de 16 anos, André, o mais novo, tinha apenas 14 anos.
Era apenas o início de uma banda que conheceu grande parte do mundo fazendo o que gostava: tocar Heavy Metal.

Músicas:
1 - "Law of the Sword"
2 - "Signs of the Night"
3 - "Nightmare"
4 - "H.R. (Heavy Rock)"
5 - "The Whipper"
6 - "Killera The Princess Of Hell"

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Back To The Show

Fê Cunha
Após 11 anos na geladeira, os maquiados e enfarofados do Kiss lançarão um álbum de inéditas.

“Sonic Boom” promete, segundo o próprio baixista/vocalista Gene Simmons “ser o melhor disco que fizemos desde 'Destroyer'! É como se 'Rock And Roll Over' encontrasse 'Love Gun”, felicidade generalizada entre os fãs.

No seu retorno, o Kiss mudará a “cozinha”, Eric Singer está de volta às baquetas, um cara que já rodou por aí. Singer tocou no Black Sabbath, no próprio Kiss no início da década de 90 (inclusive no Unplugged MTV, de 96), além de bater seus pratos e bumbos ao lado de Doro Pesch, Derek Sheriniam e participar da segunda parte do projeto Avantasia, de Tobias Sammet.

Na guitarra, quem assume o posto do expulso Ace Frehley é Tommy Thayer, que já participou de outros trabalhos dos mascarados, como o “Symphony – Alive IV”, de 2003.

"Sonic Boom" foi produzido pelo guitarrista/vocalista Paul Stanley em Los Angeles como um disco triplo que conta com um CD com regravações dos clássicos da banda, além de um DVD gravado ao vivo na Argentina durante a recente turnê na América do Sul, a Kiss Alive 35.

O primeiro single será “Modern Day Delilah” que pode ser conferida neste vídeo:


O alvoroço é grande entre fãs e críticos para ouvir “Sonic Boom”. De acordo com Eric Singer “o disco é sem baladas, sem músicas lentas, sem enchimento. É puro rock and roll pra frente, tem todos os elementos que fizeram você amar o Kiss desde o primeiro dia”.

Acredito que todos saibam a importância do Kiss, a meu ver é uma das bandas mais importantes do rock cru, como eu chamo. Cru por que não tem frescuras, é simplesmente rock and roll.

Eu e um amigo, o Anderson, costumamos rotular certos tipos de música, uma delas denominamos de “música de campeão”, onde o Kiss é rei. Em todos os álbuns tem “músicas de campeão”, para dar apenas um exemplo, posso citar o último disco, o “Psycho Circus”, que continha “Raise Your Glasses”. Basta ouvir e notar que é impossível não incorporar Rocky Balboa dando o famoso soco no ar. Eis que, estava lendo algumas coisas sobre “Sonic Boom” e vejo a definição de Paul Stanley sobre o álbum: “Onze músicas, onze campeãs”, logo defini o álbum: ISSO É KISS!!!