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quarta-feira, 31 de julho de 2013

Marketing de conteúdo. Sua empresa no foco principal


Fernando Cunha

O Marketing de conteúdo ainda é uma ferramenta recente, ganhou força no último ano, e trata a forma como sua empresa é apresentada ao público, sendo eficaz na divulgação, com o objetivo de expandir o mercado, conquistar e fidelizar clientes e, ao mesmo tempo, fortalecer e agregar valor ao nome da marca.

O antigo marketing direcionado apenas pelos 4 P’s (preço, praça, produto e promoção) se tornou mais amplo devido as formas de comunicação que também cresceram, reflexo da internet, que por conta de sua explosão indica novos meios para a divulgação e consolidação de marcas e negócios.
 

A palavra chave para o sucesso

 
Você sabe a semelhança entre marketing de conteúdo, a prática de um esporte de alto nível ou até mesmo conquistar aquela pessoa que você está interessado? Pois é, por mais que sejam assuntos variados, todos eles detêm algo em comum: a estratégia, a melhor forma para realizar bem estas ou qualquer outra atividade que se busca a excelência. A utilização do marketing de conteúdo não é tão simples quanto pode parecer, afinal, se deve observar a melhor forma de informar, quem deseja atingir e a maneira correta de chamar a atenção para a sua marca.

O conteúdo faz diferença

 
Nos acostumamos, ao longo dos tempos, em receber informações de produtor através de comerciais de televisão e rádio ou do famoso “boca-a-boca”, onde um amigo recomenda determinado produto e assim a informação, e consequentemente o produto, se propagava. Com a explosão midiática dos últimos anos e o aumento infinito da web é fácil encontrar empresas busca do crescimento da marca através da internet e usando as mais diversas plataformas como blogs, facebook, twitter, entre muitos outros.

Antigamente, se você tinha dúvida sobre qual melhor produto, deveria recorrer ao conselho de alguém ou simplesmente pelas informações contidas no comercial. Hoje, quando há o desejo de saber mais sobre algum produto, basta colocar no Google, buscar diversas opiniões de outros usuários e a coleta de informações ficou muito mais prática. Nessa hora entra o diferencial do Marketing de Conteúdo.

A exigência da era digital

 
Usando qualquer uma das ferramentas online que citamos a cima você chega a milhões de marcas. A real função do Marketing de Conteúdo é a forma como abordar, o uso estratégico usando informações relevantes, que chamem a atenção, que torne sua marca chamativa.

Nos dias de hoje, a consolidação da marca, assim como seu impacto na sociedade, vai muito além de um produto com rótulo ou cores bem trabalhadas como víamos em épocas passadas. Na era digital, a apresentação correta da marca é o que faz a diferença e o uso do Marketing de Conteúdo não serve apenas para grandes empresas, a ideia básica não está em grandes investimentos ou apoiadores, mas sim no planejamento e na produção de um conteúdo de alta qualidade.

Qual o primeiro passo para o Marketing de Conteúdo?

 
Ao produzir conteúdo, as empresas assumem o papel de coordenadores de mídia. Portanto, pensam com a cabeça de diretores, de chefes, de proprietários. Os bons editores não escrevem uma linha sequer sem responder a pergunta fundamental:

Com QUEM estamos falando?

 
O Marketing de Conteúdo bem-sucedido inicia pela definição do público-alvo. Definido, trace os objetivos, escolha o perfil de linguagem que melhor representa sua marca, quais são os melhores locais para promover e, aí sim, crie o conteúdo, não esquecendo que é fundamental estar atento aos objetivos, medindo sempre os resultados atingidos.

Coloque seu plano em ação e boa sorte!


quarta-feira, 2 de junho de 2010

Dia Nacional da Liberdade de Imprensa Vem Aí - Para Leigos

Fernando Cunha


A liberdade de imprensa faz com que os meios de comunicação, seja jornal, revista, rádio, televisão ou internet, noticiem informações de interesse do povo. Está ligada a liberdade de expressão de todos nós, mas os jornalistas o fazem através dos meios de comunicação, passando notícias que digam respeito ao público.

Na prática, a liberdade de imprensa não é tão clara assim. Ao redor do mundo, vários membros da imprensa têm sido assassinados, detidos ou mesmo tomados como reféns pelo fato de exercerem, em consciência, esse direito. De acordo com o relatório de violência de imprensa no Brasil, da Federação Nacional de Jornalistas (FENAJ), em 2009, 55 jornalistas sofreram violência ao estarem exercendo sua profissão. O tema que encabeça a lista é de “política e administração pública de verbas” com 18 acusações de violência.

Mas não só casos de violência que caminham contra a liberdade de imprensa. Em 2009, um episódio repercutiu em todo o país: a censura. O jornal Estado de São Paulo foi proibido de publicar informações obtidas a partir de uma investigação da Polícia Federal sobre supostos atos ilícitos praticados pelo empresário Fernando Sarney, filho do ex-Presidente da República e atual Presidente do Senado Federal, senador José Sarney.

A censura foi estabelecida em 31 de julho, por liminar concedida pelo o desembargador Dácio Vieira, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal. Logo depois foi comprovado que Dácio Vieira era ex-consultor do Senado e amigo da família Sarney.

Segundo o ranking que mede o nível de liberdade de imprensa no mundo, o Brasil ocupa o lugar 71, entre os 175 países analisados no ano de 2009.

O relatório diz que os jornalistas brasileiros correm riscos graves em algumas regiões brasileiras, especialmente quando o assunto abordado é tráfico, corrupção ou questões ambientais. Nos estados das regiões norte e nordeste os ataques podem chegar a assassinato, assim como na região sul, próximo da fronteira do Paraguai, onde está o centro do comércio de drogas.

No Dia Nacional da Liberdade de Imprensa, devemos nos conscientizar de que a mídia deve ser ela própria, algo que possa fazer a mudança de um povo, que deve noticiar os fatos, os problemas e as dificuldades do dia a dia, para que possa haver solução. A imprensa é muito importante e deseja apenas ser o elo entre o povo e nossos governantes, entre os acontecimentos e a população. A imprensa deseja continuar realizando seu trabalho livre de ameaças e qualquer outra limitação, trabalhando para informar à todos nós.

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Colunismo: análise, opinião e ética

Fê Cunha

O colunismo político é de extrema importância para a população que lê, se interessa e assimila informações sobre política, mas essa prática é válida em qualquer editoria, tem espaço em todas e sempre contribui para outro nível de compreensão das notícias. Afinal, a liberdade de imprensa, mais do que um privilégio ou uma garantia de classes aos jornalistas, deve ser compreendida como um direito coletivo e uma prerrogativa da cidadania.

Contrapartida disso existe a ética e a responsabilidade que cada colunista preza. Mesmo que seja uma opinião amparada pela liberdade de imprensa, o responsável pela coluna deve checar a informação com responsabilidade antes de divulga-la, como em qualquer outro fato jornalístico.

Em dias atuais, além dos colunistas de jornal ou revista que crescemos acostumados a ler, existem os blogs, onde jornalistas ou não, dão seus “pitacos” sobre o assunto, muitos deles tem uma visibilidade grandiosa na rede e também devem ser levados em consideração, mas nunca deixando de lado o fato essencial no jornalismo: informar com responsabilidade.

O ideal é que na hora de publicada a coluna ela não venha com segundas intenções subliminares na informação, do veículo que é contra determinado partido ou político, do colunista que não se dá bem com o político A ou B, ou ainda que não concorda com o método usado em gestões do partido X. Como foi citado anteriormente opinião e ética devem andar lado a lado, informando a realidade a população, sem que isso faça parte de interesses particulares.

O colunismo é um atrativo a mais, de quem procura não só a notícia, mas uma abordagem mais clara da informação, talvez uma palavra que o colunista escutou aqui, uma informação que ele juntou dali e que será transformado em uma coluna opinativa, com base em cima de dados reais.

Assuntos Diversos – Sala do Cafézinho







Fê Cunha


Privacidade e censura na internet

Com a dimensão que a internet tomou e através do número de usuários da rede que não para de crescer fica difícil colocar uma censura, já seu principal atrativo, é a liberdade de expressão sem a necessidade de identificação. Contrapartida disso entra a liberdade que prejudica a sociedade, ou pelo menos a que é proibida pela sociedade, como foi abordado pelo grupo, cenas de pedofilia, propagandas políticas indevidas, etc...

Já a privacidade, na minha opinião, tem dois viés, são as postagens particulares por exemplo, que aos poucos vem se tornando realmente particulares, mesmo estando em uma rede de acesso gigantesco, além de negociações bancárias, etc... que por mais seguras que sejam (os próprios bancos estão sempre inovando na segurança) podem apresentar falhas ou brechas para pessoas mal intencionadas. Em contrapartida desse lado prejudicial a sociedade, eu vejo também, o do mp3 por exemplo, que trás problemas ao autor que deixa de vender e vantagem aos que o baixam, que economizam muita grana, já que o preço do cd é um absurdo.


Com a dimensão que a rede tem e promete crescer ainda mais, se torna cada vez mais difícil um controle eficaz de tudo que nela contém.

Convergência das Mídias

O fato é: um aparelho que possa agregar várias mídias é de extrema valia a todos, são diferentes formas de tu analisar um notícias em questão de segundos, pois estará tudo a seu alcance mais facilmente do que ligar o computador, o rádio e a tv, por exemplo. Estará tudo em um único lugar e ainda mais, com mobilidade, que permitiria tu acessar tudo isso estando dentro de um ônibus, por exemplo. Qualquer tipo de tecnologia vem sempre para auxiliar e tornar as coisas mais acessíveis a população, cabe a ela se adequar ou não, isso vai de cada um.

Mídias Digitais Para o Jornalismo

Para a análise do assunto sobre mídias digitais para a propagação do jornalismo, vale-se uma missão básica do jornalismo em si, levar a informação a maior parte de pessoas possível, seja qual for a classe, cor ou credo, pegando como base isso as mídias digitais só contribuem para o nosso trabalho, desde que ele seja responsável e a notícia seja checada em sua origem, pois, como falamos ao longo dos fóruns, a internet é extremamente grande e seu acesso também, portanto, as informações devem ter credibilidade como se fossem jornal, rádio ou tv, essas medidas servem ainda mais para blogs, sites, etc... que sejam de cunho particular, pois esse diferente de grande empresas como Globo.com, Terra, entre outras não tem um o nome tão famoso a zelar. Resumindo, as mídias digitais são muito importantes, válidas e bem vindas para o jornalismo, desde que com responsabilidade.

Economia Jornalística na Internet

Uma citação legal a ser citada é o Chris Anderson, que pode ser considerado o novo “guru” da Cibercultura, lembro que li uma entrevista deles em uma revista a mais ou menos uns dois meses, ele dizia que em sua empresa de robótica eles criam produtos e entregam em código aberto aos interessados, ou seja, sem que paguem por isso, é normal que as pessoas prefiram as coisas gratuitas, isso se torna forma de divulgação, mas se as pessoas optarem por mais facilidades e versões mais completas, terão que pagar por isso. Esse exemplo do “Freeconomics” é usado em coisas próximas de nós, por exemplo, a globo.com. Ela nos oferece notícias em diversas formas de mídias, tanto escrita, como áudio e vídeo, mas mesmo assim, não são todos os vídeos que são liberados, há conteúdo que só os assinantes podem acessar, a maioria dos grandes sites fazem isso, além da citado, temos o terra, uol, aol, etc...

Sistemas de Autoria Coletiva

O Wikipedia é o maior exemplo de um site Wiki, que são os softwares colaborativos que permitem a edição coletiva dos documentos usando um sistema que não necessita que o conteúdo tenha que ser revisto antes da sua publicação. Sites ou programas desse tipo são importantes para uma análise superficial sobre determinado assunto, nunca valendo-se de veracidade absoluta creditada pelo pesquisador. O Desciclopédia também é uma ferramenta wiki também, mas esse usado pelo lado humorístico das coisas, onde nenhum assunto é abordado a sério. Sistemas de autoria coletiva são interessantes e até importantes quando são pessoas que tu confia que criam o material e não desconhecidos que tu não tem base para dar ou não credibilidade a informação.

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Decifra-me ou te Devoro - A Entrevista

Fê Cunha


A entrevista é uma ferramenta fundamental na busca de informações que fujam do casual, que estamos acostumados a presenciar. Em uma entrevista específica com determinado político, por exemplo, podemos obter informações importantes e que vão diretamente ao encontro de fatos ou indagações que o público em geral tem.

A função do jornalista é buscar os fatos que o grande público quer saber, assuntos que interessem de fato a população, lado a lado com isso está a vontade do jornalista de fazer uma entrevista que tenha impacto na sociedade, que ele possa trazer algo novo, que, talvez, ainda não tenha sido noticiado.

Com os dados obtidos na entrevista o jornalista também pode montar uma reportagem de texto corrido e não só a chamada "pingue-pongue", com perguntas e respostas publicadas sucessivamente.

Muitas vezes quanto maior é o interesse do jornal em conseguir a entrevista, menor o do entrevistado em concedê-la, e vice-versa. Neste caso cabe ao jornalista se desdobrar para ter sucesso em seu objetivo, usando técnicas que transformam perguntas e respostas em verdadeiro jogo, onde cada colocação pode ajudar no resultado final, conseguindo arrancar declarações importantes.

O segredo de uma boa entrevista está na elaboração de um bom roteiro. Levantar sempre o máximo de informações sobre o entrevistado e o tema que ele vai tratar e redigir perguntas o mais específicas possível. Perguntas muito genéricas resultam em entrevistas tediosas e até mesmo uma resposta diferente do assunto proposto. Outros pontos importantes é a organização, o ideal é que seja marcada com antecedência, que o entrevistado saiba o tema e a duração do encontro e que ela seja gravada para que seja redigida fielmente como foram ditas as declarações.

Código de Ética do Jornalista Brasileiro

Fê Cunha


Ainda não havia tido contato com o Código de Ética do Jornalista Brasileiro, mas observando, nota-se que os artigos ali presentes se confundem com a própria ética de cada um de nós, independente da profissão. As medidas demonstradas que não tem relação com o caráter do ser humano, e sim, apenas com a de Jornalistas, em algum momento já vivenciamos ou foram explicadas pelos professores que nos deram aula ao longo destes cinco semestres. Portanto, não vi dúvidas em nenhum dos artigos. Alguns deles chegam a chamar a atenção, como por exemplo, do capítulo III, artigo 11, que diz: O Jornalista não pode divulgar informações: II - de caráter mórbido, sensacionalista ou contrário aos valores humanos, especialmente em cobertura de crimes e acidentes. Neste caso, acredito que não seja levado em consideração 100 por cento das vezes, sendo um fato importante, a consideração total desde adendo. Em alguns momentos jornais e apresentadores fazem valer o ato de sensacionalismo em crimes e acidentes, visando uma, maior pontuação no ibope, no caso de jornais e revistas, uma maior venda de exemplares.

A responsabilidade com as informações e imagens que circulam na mídia é de enorme importância, pois o Jornalista mexe com vidas, com seres humanos e nesses casos, os artigos do Código de Ética devem entrar em ação.

Mesmo sendo importante esse contato com o Código de Ética do Jornalista Brasileiro, não houve dúvidas, em alguns casos, a importância dele, se dá a uma reflexão própria de como agir com ética, usando sempre a verdade e a transparência, fatores cruciais no Jornalismo.

Jornalismo e a “Fonte”

Fê Cunha

A fonte, no jornalismo é imprescindível e um off é importantíssimo, mas é uma via de mão dupla. A fonte que dá o off deve ser de total confiança do jornalista, para que esse publique a notícia, faça a matéria.

No jornalismo podemos citar a jornalista norte-americana Judith Miller, que no início foi tratada como heroína da informação, por não revelar uma fonte, além de ser e permanecer presa por um bom tempo em virtude disso, mas que depois foi, de certa forma, desmascarada por ser usada pelas fontes e também usá-las, tendo uma cumplicidade que ia além da profissional, jornalista-fonte. Valendo-se dessa premissa, o jornalista deve manter a distância do jogo do poder que envolve as pessoas.

O dever do jornalista depois de receber off's é o mais imprescindível de todos, o que estamos acostumados desde o início da graduação, checar a informação uma, duas, três, quantas vezes forem necessário, para informar o público com mais autoridade no assunto, sabendo cada detalhe do que foi transformado em notícia.

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Jornalismo Esportivo

Dinamismo, Ato de Fazer Jornalismo

Fê Cunha

A marca do Jornalismo Esportivo é o seu dinamismo, referencia fundamental para o Jornalismo com um todo. A editoria esportiva exige do profissional muita atenção, pique e vontade, para que consiga acompanhar o “corre-corre” que cerca o mundo do esporte. Lesões, contratações, eventos, e é claro, partidas, dos mais variados esportes, são itens que fazem o Jornalista Esportivo estar sempre em contato com a pratica da profissão.

Ao contrário de outras editorias, a esportiva requer uma agilidade única, sem contar o interesse do público, que na grande maioria compra jornais e assiste telejornais buscando informações sobre o mundo esportivo, tamanho é o interesse e também o dinamismo do assunto.

Um assunto pertinente é o outro lado do Jornalismo na prática, que o esportivo também proporciona e faz com que o profissional encare muito bem a isso, que é a parcialidade, por vezes o ser humano tem seu clube do coração, seu atleta de preferência, etc... Mas o jornalista não pode ter isso, deve ter a informação em si, como objetivo máximo na elaboração de matérias, reportagens, entrevistas, entre outros. No Jornalismo Esportivo isto serve de ensinamento e experiência, já que o esporte mexe com o coração das pessoas, mas nada tão forte que possa atingir o profissional.

Outro fato importante é o companheirismo que se cria entre os Jornalistas Esportivos, como as notícias “voam” eles acabam se encontrando dia a pós dia e se tornando amigos de verdade, ao contrário de outras editorias onde um quer puxar o tapete do outro. No Jornalismo Esportivo o aprendizado é certo, visto que muitos dos grandes repórteres do mundo encontram-se nesta área, onde aprenderam a lidar com a correria, com o profissionalismo e principalmente com o ato de fazer Jornalismo.

Jornalismo de Variedades

Texto faz parte do Editorial da publicação Arte Variável


Abrindo o Diálogo


Fê Cunha

Fazer uma mídia de variedades é algo mais complexo do que pode parecer. Uma criação que combine jornalismo sério e entretenimento sem prejuízo para nenhum dos lados. Que conste no cardápio: dicas, agenda, resenhas, informações, turismo, gastronomia, fofocas, humor, ufa! Passar todos esses casos do nosso cotidiano para um tratamento jornalístico que deixa os tais assuntos com uma cara menos fortuita, menos à reboque de meros esquemas de divulgação, foi interessante.

Deve-se haver o consenso entre jornalistas de variedades de que seu instrumento de trabalho não se resume, apenas, à divulgação de fatos. Longe de acompanhar a lógica da notícia que, obrigatoriamente, deve responder às interrogações do lead, as matérias de variedades exigem uma dose maior de criatividade por parte dos jornalistas que não contam com fatos sensacionalistas ou desgraças para se pautarem.

O jornalismo de variedades serve aos leitores que buscam entretenimento rápido, seções bem humoradas, textos leves e fáceis de assimilar.

Ser possível usar uma linguagem mais rebuscada é um dos fatos que faz o jornalismo de variedades diferente.

Ao fazermos essa mídia conseguimos notar isso, diversos assuntos, dentro de alguns segmentos que formam um caderno. As pautas formaram-se a partir da associação individual de cada um com o assunto de seu interesse.

Ao final do trabalho, fica a sensação de dever cumprido, no jornalismo que existe muito mais na prática do que na teoria.